Descobri a ação do DataCamp pelo post no blog em que buscavam parceiros do terceiro setor para tornar a educação em ciência de dados acessível a todos. Minha ideia inicial era fechar essa parceria para a comunidade local de ciência de dados do AI+ Obafemi Awolowo University, mas não éramos elegíveis porque não tínhamos site. Por sorte, éramos uma subcomunidade da Data Science Nigeria, que já estava participando da iniciativa, então conseguimos acesso gratuito ao DataCamp no fim das contas.
Ciência de dados é uma área em pleno crescimento e muita gente chega a dizer que dados são o novo petróleo. A oportunidade oferecida pelo DataCamp era boa demais para deixar passar, então compartilhei o link de inscrição com todas as comunidades que conheço e que compartilham a visão de capacitar jovens em habilidades digitais. Algumas dessas comunidades, como a Ingressive For Good e o Google Developer Student Club Obafemi Awolowo University, desde então se tornaram parceiras do DataCamp, e fico feliz em ver tanta gente aprendendo ciência de dados por indicação minha.

Gosto especialmente do DataCamp pela simplicidade e pela forma como as aulas são estruturadas. Passei a entender melhor bibliotecas como o pandas e o Matplotlib. Até hoje, estou no meu quinto curso no DataCamp e posso dizer que tem sido uma ótima jornada. As avaliações são minhas favoritas — não são difíceis demais e me ajudam a relembrar e praticar as lições em um passo a passo bem didático.
Gosto de fazer os cursos bem cedo, antes das 6h, porque consigo usar um pacote de dados noturno mais barato. Uma coisa que talvez quem está no Ocidente não perceba sobre a Nigéria e outros países africanos é que o acesso à Internet é cobrado por megabyte. Por isso, é realmente louvável que o DataCamp enfrente esse obstáculo extra oferecendo vídeos e slides dos cursos para download e visualização offline. Somando isso ao app mobile completo e à doação generosa de milhares de assinaturas para comunidades em vulnerabilidade, o DataCamp está tornando muito mais fácil para cidadãos de países em desenvolvimento terem formação de alto nível em ciência de dados, mesmo quando o computador e a Internet não estão ao alcance.
O impacto do DataCamp na minha comunidade foi enorme, e eu incentivo outras pessoas a aproveitarem essa oportunidade incrível. —Felix Ayoola
Como designer gráfico, o que mais me interessa na ciência de dados é que ela se aplica a qualquer área. Na verdade, acho que todo mundo deveria aprender os fundamentos de ciência de dados, independentemente do seu campo. Vou dar um exemplo de design gráfico para ilustrar: quando comecei a desenhar, fui autodidata, então não aprendi os fundamentos primeiro e apenas usei as ferramentas que encontrava, como o remove.bg para remover fundos de imagens. Entender ciência de dados me fez valorizar sites que combinam fontes, criam paletas de cores e outras ferramentas incríveis de design gráfico que são movidas por ciência de dados. Para entrar no assunto com o pé direito, o curso Understanding Data Science do DataCamp é um ótimo ponto de partida.
Tenho muito interesse em usar ciência de dados para criar gráficos para design: salvar figuras do Matplotlib em formato .svg permite editar em softwares vetoriais como Adobe Illustrator ou Figma. Estou migrando para product design e, nesse processo, vi como os dados são usados para criar produtos que resolvem problemas, como o mecanismo de recomendação da Netflix. Ciência de dados é uma ferramenta poderosa para criar visuais incríveis, e há um enorme potencial para usar ciência de dados a fim de maximizar lucro e impacto.
Usando as habilidades que aprendi no DataCamp, escrevi um fio no Twitter sobre como se tornar Data Analyst, Data Scientist ou Machine Learning Engineer até o fim de 2020. O impacto do DataCamp na minha comunidade foi enorme, e incentivo todo mundo a aproveitar essa oportunidade. Obrigado, DataCamp!
Se você conhece uma organização sem fins lucrativos que possa se beneficiar de assinaturas gratuitas do DataCamp, escreva para giveaway@datacamp.com.
Felix ajudou mais de 1.500 nigerianos a conseguir acesso gratuito ao DataCamp. Ele está no quarto ano de engenharia química na Obafemi Awolowo University, na Nigéria, e quer criar produtos que usem ciência de dados e product design para resolver desafios sociais e de negócio. Ele tem grande interesse em ajudar pessoas a entrarem no ecossistema de tecnologia e a se conectarem com recursos. Você pode encontrá-lo nas redes sociais como @ayoolafelix.
