Nossas personas de dados foram muito importantes para nos ajudar a criar demanda entre os colegas. Elas nos permitiram entender de fato quais aprendizados eram necessários, e conseguimos justificar por que oferecemos certos conteúdos e não outros com base na persona e na função. Também ajudou na comunicação, porque nos permitiu personalizar a mensagem e a abordagem. O trabalho com personas nos ajudou a responder “O que eu ganho com isso?”, porque garanto que é isso que as pessoas realmente querem saber. Como isso vai ajudá-las a ser mais inteligentes, rápidas, melhores e mais produtivas no trabalho? Parte desse trabalho com personas ajudou a tornar tudo isso concreto para as pessoas.
Emily Hayward, Data & Digital Change Manager at CBRE
A academia de data science é um dos programas mais populares na New York Life, e isso reforça nossos esforços de branding. Sempre que o time de dados trabalha em projetos, nós criamos vídeos com pessoas da equipe e parceiros falando. São vídeos de três a quatro minutos, fáceis de entender e de consumir por qualquer pessoa. Inclusive usamos esses vídeos no treinamento para executivos.
Glenn Hoffmann, Chief Data & Analytics Officer at New York Life Insurance
Acho que, culturalmente, temos um medo de matemática. Números não são, em geral, onde nos sentimos mais fortes. Então as equipes naturalmente se preocupam que suas carreiras não consigam acompanhar as novas demandas de dados. E uma grande parte disso está em como nós, líderes de aprendizagem e de dados, escolhemos nos comunicar. Se não prestamos atenção a quem estamos falando e já partimos para uma conversa técnica com públicos de negócio, isso só aumenta o medo de matemática.
Megan Brown, Ph.D., Director of the Global Center for Excellence for Advanced Analytics and Data Science at Starbucks
Ninguém quer se sentir diminuído, e quando você torna dados algo difícil e inacessível, esse é o primeiro sentimento que surge. Além disso, líderes não devem usar dados para punir indivíduos. Precisamos usar dados para melhorar processos de negócio, para manter os times responsáveis, mas temos que garantir que as pessoas se sintam confiantes em trazer dados à tona para discutir resultados.
Cindi Howson, Chief Data Strategy Officer at ThoughtSpot
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