
Como o DataCamp ajudou você na vida profissional?
Joshua Beron: Trabalho em uma startup chamada SmileMD como scrum master, uma empresa que oferece serviços de anestesia para pacientes. Dá um novo significado ao trabalho quando você consegue usar suas competências para gerar impacto social. Eu continuo aprendendo no DataCamp principalmente para conseguir me comunicar melhor com os cientistas de dados da minha empresa.
Oleh Pasko: Depois de sair do meu último emprego, estou buscando novas oportunidades e percebo que colocar meus certificados do DataCamp no LinkedIn ajudou muito a chamar a atenção dos recrutadores. Estou sempre recebendo mensagens do tipo: você quer considerar esta ou aquela vaga? Então estou em uma posição bem favorável. O grande benefício do DataCamp é poder aprender no meu próprio ritmo, e isso me ajuda a mostrar aos recrutadores que estou sempre motivado a continuar me capacitando.
Sean Mulready: Trabalho no setor aeroespacial desenvolvendo algoritmos para sistemas autônomos. O DataCamp ajudou de algumas formas. Teve conteúdos específicos que aprendi lá e apliquei diretamente em coisas que eu estava desenvolvendo. Além disso, em períodos em que meu trabalho estava mais administrativo, o DataCamp me permitiu manter os "músculos" analíticos em ação.
Testei várias plataformas diferentes, mas no fim o DataCamp foi a minha favorita.
Como você descobriu ciência de dados e por que escolheu o DataCamp?
Joshua: Meu interesse por dados veio do hóquei. Percebi que dava para responder vários cenários de "e se" com dados. Na faculdade, estudando ciência da computação, vi que o DataCamp cobria muita coisa que a minha universidade não cobria — e de um jeito fácil de entender.
Oleh: Meu primeiro contato com tecnologia foi no começo dos anos 90, quando levaram um terminal de computador para a minha escola — algo raro na Ucrânia naquela época. Seguindo os passos do meu pai, entrei para a polícia depois do ensino médio, treinando na universidade deles para atuar no departamento de TI. Trabalhei lá por dezoito anos, usando bancos de dados e análises para monitorar padrões de criminalidade — não só na Ucrânia, mas também em Kosovo, Libéria e Sudão, quando policiais ucranianos foram destacados para apoiar as operações de paz da ONU. Foi uma carreira bem interessante para mim, e lidar com tantos dados me deu vontade de aprender mais para aprimorar minhas competências. Testei várias plataformas diferentes, mas no fim o DataCamp foi a minha favorita.
O que mantém você motivado a aprender?
Joshua: A principal força por trás do que eu faço vem da minha irmã. Além de outros problemas de saúde, ela tem uma doença neuromuscular rara chamada Charcot-Marie-Tooth, e isso dá um toque pessoal ao meu trabalho. Sempre busquei ser o melhor irmão possível, e ajudar ela reforçou muito minha empatia. Mas, acima de tudo, é o fato de que ela segue firme apesar de tudo. Ela é super afiada, está se formando para ser psicóloga, cuida bem da saúde e é muito gentil — e isso me inspira a dar o meu melhor.
Oleh: Para mim, manter a motivação não é tão difícil, porque coloco isso na minha lista de tarefas e virou um hábito — embora eu diga que os primeiros 21 dias foram os mais difíceis. Mas quando você chega a um certo ponto, a um certo número de dias, começa a pensar: "eu consigo" — e segue em frente.
Sean: Se você não investe tempo em se aprimorar, é fácil cair na zona de conforto, estagnar ou até prejudicar a carreira. Com a oferta de cursos on-line em sites como o DataCamp, nunca houve um momento melhor para voltar a aprender ou manter uma rotina de estudos. Mesmo que sejam só alguns minutos por vez, acho que todo mundo deveria aprender pelo menos com uma certa regularidade.
Quanto tempo por dia você dedica ao aprendizado no DataCamp?
Joshua: Geralmente fico na faixa dos cinco minutos, mas às vezes tenho dias com mais tempo e aí faço cursos ou avaliações — meia hora, uma hora, por exemplo — e comecei a colocar os certificados de conclusão do DataCamp na parede. Isso também me mantinha motivado, pensando: "ok, qual é o próximo?"
Oleh: Normalmente faço só cinco minutos por dia, mas às vezes tenho mais tempo sobrando e consigo fazer um capítulo de um curso. Às vezes faço vários capítulos se estou chegando ao fim, porque eu adoro a sensação de conclusão!
Sean: Tipicamente, cinco minutos por dia. Antes do meu filho nascer, eu focava exclusivamente em MOOCs para aprender. O DataCamp facilitou minha volta aos estudos sem precisar encarar uma carga completa de cursos. Uma meta minha para os próximos 1.000 dias é dedicar com mais regularidade de 30 minutos a uma hora ao aprendizado.
Teve algum dia em que você quase perdeu a sua sequência?
Joshua: O app me salvou algumas vezes: teve um dia que faltavam uns dois minutos para a meia-noite — isso lá pelo dia quinhentos e pouco, seiscentos. Eu só lembrei porque meu Uber estava atrasado e, como a gente faz, peguei o celular para matar o tempo — e aí caiu a ficha.
Oleh: Sinceramente, não tive dias em que quase perdi a sequência, porque eu conseguia prever "dias difíceis", como quando tinha voo, então me planejaria — fazendo de manhã, por exemplo.
Sean: Sim. Eu já tinha tido outras sequências acima de 100 dias que acabaram porque perdi um dia. Nesta sequência atual, cheguei perto uma vez quando meu celular anterior pifou e precisei trocar.
Você tem algum conselho para outros alunos?
Joshua: É sobre ter carinho por você mesmo, pensar em qual seria a sua melhor versão e usar as ferramentas ao seu alcance para chegar lá. E isso vale para o aprendizado — às vezes a gente precisa agir de forma independente da educação formal, então é importante topar algo mais autodirigido e autoavaliado.
Oleh: Programe lembretes diários no celular e garanta que eles cheguem em horários em que você provavelmente não estará ocupado. E se planeje para os dias mais corridos, para poder reagendar sua prática para outro momento.
Sean: Tenho vários, mas meus três principais são:
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Comece pequeno. Se você está pensando em estudar no tempo livre ou faz tempo que não estuda, escolha algo e comece. É mais importante quebrar a inércia e entrar no ritmo do que acertar o tema ideal logo de cara.
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Não se preocupe em virar expert na última moda. É importante conhecer o que existe por aí, mas quando você se tornar especialista talvez aquilo já nem seja tão relevante.
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Aprenda a matemática. Você não precisa demonstrar cálculo nem ser o próximo Gauss ou Euler, mas a matemática é fundamental para grande parte de ciência de dados e machine learning. O tempo investido aqui vale muito a pena.

Como um "parabéns" do DataCamp, enviamos alguns brindes para o Joshua e para os demais alunos!
A pedido do Joshua, gostaríamos de chamar sua atenção para uma campanha de arrecadação que a família dele organizou para apoiar pesquisas sobre CMT, a condição que sua irmã e muitos outros adolescentes têm. Se você quiser ajudar, as doações estão sendo igualadas pela CMT Association!
