
Como você acabou trabalhando na DataCamp?
Antes de entrar na DataCamp eu trabalhava com consultoria, como consultora de Data Science. O time de People entrou em contato comigo porque a DataCamp unia duas coisas que eu adoro: a parte de dados e o universo do aprendizado. Pareceu uma oportunidade muito legal, então dei o passo e comecei aqui como Content Developer. Quatro anos depois, sigo na empresa — não mais como Content Developer, e sim como Data Scientist.
Qual é a sua formação?
Eu estudei economia com ênfase em marketing. Durante o curso, fiz algumas disciplinas focadas em análise de marketing, e foi aí que descobri minha paixão por análise de dados e estatística. Depois, fui estudar algo mais específico sobre a vertente de data science aplicada ao marketing, em Ghent. Fiz disciplinas focadas em analytics preditivo com aplicações em CRM. Foi quando aprendi mais sobre temas como machine learning e análise de redes.
Como sua carreira evoluiu desde que você entrou?
Entrei inicialmente como content developer. Trabalhei com instrutores para criar os cursos que temos na plataforma. Com isso, conheci muitos experts e mergulhei em vários temas relacionados a dados, o que foi muito legal. Depois mudei de função e virei curriculum manager. Eu era responsável por uma parte do programa de estudos e, nessa fase, também troquei de time. Em vez de atuar no currículo central, com cursos como R, Python e SQL, fui para um time mais focado em expansão do currículo. Trabalhamos em tecnologias mais novas, como BI, cursos conceituais e data engineering. Fiquei nessa função por cerca de dois anos, até decidir migrar para data science. Eu estava sentindo falta da análise de dados no dia a dia e, na época, surgiram vagas de data scientist na empresa. Me candidatei, fui aprovada e estou nessa função há cerca de dois meses.
Como você descreveria seu trabalho como data scientist sem usar a expressão data science?
Eu atuo no lado de produto. Isso significa que ajudo a empresa a descobrir insights a partir dos dados que recebemos. Esses insights embasam as decisões que precisamos tomar. Por exemplo, ajudam nossos product managers a decidirem melhor como desenhar a experiência de aprendizado na plataforma.
Como data scientist, tem algo novo que você aprendeu fazendo cursos da DataCamp?
Sempre tem algo novo para aprender. O que eu gosto na DataCamp é a facilidade de entrar em um tema que desperta seu interesse. Aprendi muito desenvolvendo cursos. Como content developer, criei cursos de BI. Por conta disso, aprendi bastante sobre Tableau e Power BI. No meu trabalho, com certeza cresci e evoluí muito.
Tem alguma habilidade que você gostaria de ver na plataforma da DataCamp?
Estou muito empolgada com os planos para o currículo de BI que vêm por aí. Quando entrei no time, ainda estávamos testando se havia tração, mas hoje a demanda nas empresas é grande. Estou animada com a expansão que está chegando nessa frente. Nosso currículo de R e Python também está passando por uma reformulação, o que é ótimo.
Qual é o seu superpoder?
Na função em que estou hoje, tenho a vantagem de já estar na DataCamp há um bom tempo. Ter passado pelo time de conteúdo me deu um entendimento muito profundo da plataforma e de como nossos usuários interagem e aprendem com ela. Tenho um ótimo conhecimento de domínio, o que me ajuda no restante do trabalho. Além disso, diria que minha paixão por negócios e por data science me ajuda a fazer bem o que faço. Adoro ajudar empresas e pessoas a tomarem decisões melhores.
Quais habilidades você gostaria de aprimorar?
Sempre há competências novas para desenvolver quando você trabalha como data scientist. É uma profissão ampla, e há muita coisa para saber para mandar bem no dia a dia. No meu trabalho atual, tenho aprendido mais sobre a parte de data engineering. Entender o fluxo completo de dados na empresa, e não só a última etapa da informação. Existem ferramentas que usamos para levar os dados das fontes ao nosso pipeline e, no fim, isso nos permite tomar as melhores decisões de negócio. Minha força está mais nos pontos de contato com o usuário. E gosto muito de poder vivenciar um leque bem amplo de conhecimentos. Todos os nossos data scientists conhecem o processo de ponta a ponta, algo que você não vê com tanta frequência em outras empresas.
Descreva como é trabalhar na DataCamp em até 5 palavras.
Educacional, ágil e com pessoas incríveis.
Trabalhar na DataCamp tem sido uma montanha-russa ótima. Eu adoro nossa ambição. Para mim, o mais importante aqui são, sem dúvida, as pessoas — são muito inteligentes, e poder trabalhar com elas é realmente incrível.
Qual é a sua lembrança ou momento favorito na DataCamp?
Acho que foi em uma das nossas work weeks. Nesses encontros, a empresa toda se reúne em um lugar e você finalmente conhece, ao vivo, quem já falava com você online há tanto tempo. A última foi em Lisboa, e também foi a última antes da pandemia. Tivemos uma festa de fim de ano e deu para nos conhecermos de verdade — foi muito especial.
